Ir para o conteúdo

Câmara Municipal e os cookies: nosso site usa cookies para melhorar a sua experiência de navegação. Ao continuar você concorda com a nossa Política de Cookies e Privacidade.
ACEITAR
PERSONALIZAR
Política de Cookies e Privacidade
Personalize as suas preferências de cookies.

Clique aqui e consulte nossas políticas.
Cookies necessários
Cookies de estatísticas
SALVAR
Siga-nos
CIDADÃO
EMPRESA
SERVIDOR
Notícias
AGO
28
28 AGO 2019
ADMINISTRAÇÃO
Câmara mantém projeto de fiscalização de barragens
receba notícias
Câmara mantém projeto de fiscalização de barragens O prefeito Neider Moreira apresentou veto ao projeto de lei que cria a Política Municipal de Segurança de Barragens. A iniciativa inédita no país e aprovada pelos vereadores itaunenses cria mecanismos para a fiscalização de barragens em Itaúna e busca evitar desastres como os que ocorreram em Mariana e Brumadinho. O chefe do Executivo justificou o veto salientando que o projeto é redundante. “Em que pese a nobre proposta parlamentar, o texto da proposição inviabiliza a sua aplicação, pois, esbarra em vício de inciativa, haja vista criar obrigações e despesas não previstas no orçamento da municipalidade, sendo de competência exclusiva do Poder Executivo. Ademais, importante salientar que já existe em âmbito nacional e no Estado de Minas Gerais farta legislação que regulamenta e institui “Políticas Públicas de Segurança de Barragens” justificou. A vereadora Gláucia Santiago, autora do projeto, criticou o veto. Segundo a parlamentar, o programa não cria despesas para o munícipio e foi elogiado e copiado por outras cidades. “O Ministério Público elogiou nossa proposta. Não entendo este veto. Um projeto não sobressai o outro. Não estamos atrapalhando nem o (projeto) federal e nem o estadual”. O edil Anselmo Fabiano afirmou que tudo o que venha a somar é benéfico para a cidade e por isso votaria contra o veto. A parlamentar Otacília Barbosa declarou faltar “boa vontade” do Executivo com a matéria. Com apenas um voto favorável (Hudson Bernardes), o veto foi derrubado pelo plenário e o projeto retorna para a sanção do prefeito.
Seta